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Combustíveis mais eficientes devem unir indústria, diz Shell
Shell afirma que o progresso necessário para desenvolver combustíveis mais eficientes será possível apenas por meio de parcerias nas quais veículos, combustíveis e lubrificantes sejam desenvolvidos de forma conjunta.

Combustíveis mais eficientes devem unir indústria, diz Shell

 

Tan Chang Meng, vice-presidente executivo da Shell para lubrificantes, afirmou recentemente que o progresso necessário para desenvolver combustíveis mais eficientes será possível apenas por meio de parcerias de longo prazo, nas quais veículos, combustíveis e lubrificantes sejam desenvolvidos de forma conjunta.

“Precisamos de uma abordagem mais coesa entre o desenvolvimento de novas tecnologias e motores e também o desenvolvimento de uma nova geração de combustíveis lubrificantes. Essa colaboração trará inovação, melhor performance e muitos outros benefícios aos motoristas”, destacou o executivo durante sua participação no Michelin Challenge Bibendum, que acontece em Berlim, na Alemanha.

Na mesma ocasião, Selda Gunsel, vice-presidente executiva da Shell para tecnologia, acrescentou que também é preciso um pensamento mais avançado da indústria. Segundo ela, é necessário desenvolver formulações além das especificações exigidas pelo mercado, auxiliando na elaboração de tecnologias mais eficientes. “A demanda pela redução das emissões nos dá um grande incentivo a olhar além da abordagem tradicional. A partir daí, teremos a capacidade de desenvolver especificações apropriadas para os veículos com foco no aumento da economia de combustível”, exemplifica.

fonte: Portal O Carreteiro

 

Produção de veículos cresceu 8% em maio, aponta Anfavea
De acordo com números divulgados pela Anfavea, as linhas de montagem produziram 303.549 unidades no mês passado, frente às 280.128 de abril.

Produção de veículos cresceu 8% em maio, aponta Anfavea

 

A produção nacional de veículos cresceu 8,4% em maio na comparação com abril. De acordo com números divulgados nesta segunda-feira (6) pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), as linhas de montagem produziram 303.549 unidades no mês passado, frente às 280.128 de abril. Os números não consideram os conjuntos de veículos desmontados destinados à exportação.

Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram fabricados 297.341 veículos, o incremento foi de 2,1%.

No acumulado do ano (janeiro a maio), o volume que saiu das linhas de montagem superou os números do mesmo intervalo de 2010 em 3,7%. Os primeiros cinco meses do ano fecharam com 1.409.494 unidades fabricadas, contra 1.359.245 do mesmo período do ano passado.

Caminhões

 A produção de automóveis e comerciais leves em maio foi de 280.919, alta de 6,7% em relação a abril, quando foram fabricadas 263.342 unidades. No acumulado do ano, o segmento soma 1.316.237 unidades, volume 3,7% maior que o registrado entre janeiro e maio de 2010.

Em relação aos caminhões, a produção teve crescimento de 37,9% - em maio foram produzidas 18.498 unidades, frente a 13.417 do mês anterior. No acumulado do ano, o número (76.030 unidades) é 4,8% superior ao mesmo período do ano passado, quando foram fabricadas 72.549 unidades.

Importações

 Em maio, 74.746 unidades vindas de outros países foram comercializadas no Brasil, o que representa 23,5% do total de veículos licenciados no período, contra 22,2% em abril. Isso porque houve alta de 16,7% no número de veículos importados em maio. Considerando-se apenas o segmento de carros e comerciais leves, maio teve 74.473 unidades importadas contra 63.790 em abril.

Com isso, a porcentagem de veículos flex na nova frota nacional caiu de 83,3% em abril para 82,7%. Em maio de 2010, a participação dos carros bicombustíveis nas vendas de carros novos era de 85,4%.

Fonte: Jornal Entre Posto

 

SindSeg encaminha denúncia ao MP contra 10 cooperativas que vendem 'seguro pirata'
O produto denominado Programa de Proteção Veicular não estar regulado pela Susep.

SindSeg encaminha denúncia ao MP contra 10 cooperativas que vendem 'seguro pirata'

O Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (N/NE), em parceria com o Sindicato dos Corretores e das Empresas Corretoras de Seguros de Pernambuco (Sincor-PE) e a Ordem dos Advogados do Brasil/PE, protocolou denúncia no Ministério Público Estadual de Pernambuco contra as ações irregulares de mais de dez empresas e cooperativas que comercializam os chamados programas de proteção veicular, também conhecidos como “seguro pirata”. O produto denominado “Programa de Proteção Veicular” em tudo se assemelha ao contrato de seguro, sem, contudo, deter esta natureza jurídica e por isto não estar regulado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

De acordo com o presidente do Sindiseg N/NE, Mucio Novaes, apenas companhias seguradoras podem comercializar seguros de automóveis. Essas companhias dependem de autorização da Susep para funcionar, têm suas atividades minuciosamente controladas, especialmente em relação à constituição de reservas técnicas, solvência, balanços e cláusulas contratuais de seus contratos. “Já as empresas que praticam o chamado "seguro irregular" têm oferecido um serviço exatamente igual ao seguro, sem qualquer controle ou autorização do governo, levando os consumidores ao engano, com violação ao direito estabelecido no inciso III do artigo 6° do Código de Defesa do Consumidor. Esses consumidores terminam contratando algo distinto do que acreditam ser um legítimo contrato de seguro. Além disso, a prática viola o direito da concorrência, fazendo essas empresas usurparem para si a imagem de segurança das empresas seguradoras, situação bastante diferente da modalidade cooperativada que parecem adotar”, declarou.

fonte: Segs

Governo de SP quer modernizar o ‘Sem Parar’
O objetivo é modernizar todos os equipamentos para acelerar os pagamentos.

Governo de SP quer modernizar o ‘Sem Parar’

O governo do Estado de São Paulo pretende substituir os modelos automáticos de cobrança de pedágio – o atual Sem Parar. O objetivo é modernizar todos os equipamentos colocados nas rodovias concessionadas paulistas para acelerar os pagamentos. Dessa forma, será possível reduzir congestionamentos perto das praças de cobrança e também diminuir os custos com operação, até mesmo com economia para os usuários.

O primeiro passo para a substituição do modelo aconteceu na ultima quinta feira (31/03), com a criação do Grupo de Estudos sobre Sistemas Automáticos de Arrecadação. Os integrantes vão reunir-se para estudar as modificações e precisam, em até 90 dias, propor medidas concretas ao secretário de Logística e Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho.

Os modelos instalados atualmente nas rodovias são considerados obsoletos. Eles foram implementados há 11 anos, pouco depois das primeiras concessões para a iniciativa privada das rodovias – caso de Bandeirantes, Anhanguera, Castelo Branco, Raposo Tavares e Imigrantes.

A resolução que previa a criação do grupo cita como exemplo de melhoria, a partir de mudanças, a maior vazão de veículos nas praças de pedágio (reduzindo congestionamentos) e a possibilidade de motoristas efetuarem pagamentos antes de entrarem nas rodovias e também durante suas viagens ou após concluí-las. A economia para Estado e usuários será concretizada caso os modelos escolhidos tenham custo de operação menor.

fonte: Estadão

Uso do asfalto-borracha deve buscar a durabilidade e não reduzir a espessura
Tecnologia está sendo aplicada em um projeto piloto na RJ-122.

Uso do asfalto-borracha deve buscar a durabilidade e não reduzir a espessura

A tecnologia do asfalto-borracha, que o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER-RJ) está aplicando em um projeto piloto na RJ-122, é uma novidade parcial, porque a mistura de asfalto com pó de pneu moído já é feita e comercializada há cerca de oito anos por várias empresas no Brasil.

A informação foi dada na ultima terça feira (05/04) à Agência Brasil pela coordenadora de Misturas Asfálticas do Laboratório de Geotecnia da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Laura Motta.

A diferença é que a tecnologia adotada pelo DER processa a mistura na hora da própria aplicação do produto na pista, enquanto as outras misturas são feitas previamente.”Há mais de 8 mil quilômetros aplicados no Brasil, utilizando a mistura prévia”, disse Laura.

De acordo com a especialista da Coppe, o asfalto-borracha é uma tecnologia boa, já usada com sucesso em outros países. O consumo de pneus inservíveis para a obtenção do pó de borracha é uma das vantagens, porque “vai melhorar o meio ambiente e também o asfalto”.

Laura questionou, entretanto, a redução da espessura do asfalto para compensar o custo da adição de pó de pneu à mistura. O DER estima que o custo do asfalto-borracha é até 40% mais barato porque as dimensões do pavimento asfáltico são menores.

“No meu ponto de vista, isso não é correto. A gente tem que lutar para fazer pavimentos duráveis e não ficar diminuindo a espessura para ter o mesmo tempo de vida curto que outros (asfaltos) têm. Tecnicamente, o que a gente tem que buscar é maior durabilidade e não diminuir a espessura”, afirmou Laura.

Ela disse que, eventualmente, se pode reduzir a espessura do asfalto, mas “não em qualquer situação cair à metade. Isso não tem justificativa técnica”. Segundo Laura, a compensação de valor não pode ser feita diminuindo a espessura do asfalto.

De acordo com ela, o emprego do asfalto-borracha é justificável, “mas não em todas as obras”. Dependendo das condições, ele pode aumentar a vida útil do pavimento, mas também há casos de insucesso, alertou ela.

A Coppe já fez pesquisas para uso de garrafas PET em misturas de asfalto. Laura considerou o resultado como “promissor”.

Outros resíduos industriais podem ser usados para melhorar e baratear o pavimento, não só na capa de asfalto, mas também na base. Entre eles, ela citou entulhos de obras (resíduos de construção e de demolição), cinzas de carvão e de queima de lixo e escória de aciaria. Também podem ser adicionados ao asfalto com vantagens as argilas e solos especiais.

fonte: Agência Brasil

 

Intermodal espera mais de 40 mil visitantes
Com expectativa de grandes negócios e mais de 43 mil visitantes, a 17ª Intermodal South America pretende reunir profissionais dos setores de Logística, Transportes e Comércio Exterior de 18 países.

Intermodal espera mais de 40 mil visitantes

São Paulo (SP) – Com expectativa de grandes negócios e mais de 43 mil visitantes, a 17ª Intermodal South America acontece entre terça e quinta-feira e pretende reunir, principalmente, profissionais dos setores de Logística, Transportes e Comércio Exterior de 18 países. Nesta edição, a feira contará com 550 expositores, 50 a mais do que no ano passado. No primeiro evento, em 1995, a feira teve apenas 80 expositores.

Esta edição será a primeira a reunir todos os modais de transporte. Segundo a gerente de eventos da United Business Media Limited – UBM Brazil, organizadora do evento, Barbara Nogueira, o fato se deve ao reaquecimento do setor e pela feira criar um ambiente voltado aos negócios. “Os diferentes segmentos do transporte de cargas podem identificar fragilidades e organizar demandas junto aos órgãos federais competentes que também estarão presentes”, afirmou.

A gerente da UBM considera que, com o aumento da competitividade, a logística assume uma importância crucial e a feira cumpre o papel de aproximar mercado e demanda. “Nossa principal meta é sempre trazer resultado aos nossos expositores, criar um ambiente para que prospectem ou fechem negócios”.

Entre as empresas que atuam no Porto de Santos, estarão presentes: Santos Brasil, Grupo Libra, Localfrio, Tecondi-Termares, Brasmaq, Bracenter, Brado Logística, Companhia Bandeirantes de Armazéns Gerais & Instalação Portuária Alfandegada, Columbia, Equiport e Marimex e outras.

Além da feira, durante os três dias do evento acontecerão conferências simultâneas com debates, palestras, workshops e casos práticos com especialistas em transportes, logística e comércio exterior.

Infra Portos, Intermodal Connections e Intermodal Solutions serão os eventos realizados em paralelo com a feira. A última será um fórum de discussões sobre soluções para os setores de transporte e comércio internacional.

Assim como a Intermodal Solutions, a Intermodal Connections será realizada durante os três dias da feira. Mas, neste caso, o foco será as relações comerciais entre Brasil, China, Estados Unidos e Canadá, pois os temas serão apresentados pelas câmaras de comércio desses países.

A Infra Portos é uma parceria entre o Jornal of Commerce e a UBM Brazil, organizadora do evento. Nessa conferência, serão discutidas as perspectivas de investimentos em infraestrutura portuária, as alternativas para equilibrar importação e exportação e a criação de ferramentas para lidar com custos operacionais, além dos principais aspectos do Plano Nacional de Integração Hidroviária e do Plano Nacional de Dragagem.

fonte: A Tribuna

 

 

Depoimentos

Depoimentos

"O serviço foi excelente, com profissionais super educados e cuidadosos. Nota 10 para a Casa Nobre!"
Vanderlei S. Silva – Empresário (Salvador-BA)

"Além do capricho e o cuidado na embalagem dos móveis e das roupas nos cabideiros, eles levaram meu carro na mudança!"
Rita G. T. de Andrade (Ribeirão Preto-SP)